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sexta-feira, 28 de abril de 2017

Elenco finaliza testes e avaliações


O elenco finalizou na manhã desta quinta-feira (27) a primeira etapa da intertemporada, que neste início reservou uma série de testes e avaliações para os jogadores. Os atletas alternaram as atividades realizadas na reapresentação da última quarta (26) e encerraram os trabalhos físicos estipulados pela comissão técnica.

Logo cedo, na fisiologia, os jogadores realizaram um teste de impulsão vertical que serviu para medir a altura que os atletas alcançam, a forma como 'aterrissam' após os saltos, a força explosiva e a potência dos membros inferiores. Os fisiologistas Rogério Neves e Marco Aurélio Melo também fizeram uma análise de composição corporal que mediu o percentual de gordura e massa muscular do elenco com o intuito de fazer os ajustes comparados ao início do ano.

Na sequência, no Reffis, os fisioterapeutas Ricardo Sasaki, Alessandro Pereira e Bruno Nestlehner comandaram o teste isocinético. A avaliação, utilizada para detectar equilíbrio muscular e nível de força, exigiu bastante dos são-paulinos. Depois, com o preparador Pedro Campos, os tricolores fizeram um circuito físico na academia do Reffis com uma série de exercícios aeróbios e de fortalecimento muscular.

Enquanto isso, no campo, a outra metade do grupo fez o Yo-Yo Test com o preparador Zé Mário Campeiz. O 'Yo-Yo Test' é uma importante ferramenta que determina o nível da capacidade individual e exige bastante esforço físico dos jogadores. Quanto mais alto é o nível da competição, melhores serão os resultados e o desempenho dos atletas na avaliação. Sinais sonoros determinavam o ritmo da atividade, enquanto o jogador tinha que alcançar a marca antes do 'apito'.

O teste durou até os comandados de Rogério Ceni sentirem-se incapacitados, cansados ou quando não atingiam as demarcações antes dos sinais sonoros. Dessa forma, o teste avaliou quantas vezes o atleta conseguiu o maior número possível de deslocamentos dentro do estímulo sonoro. Por fim, uma corrida no gramado finalizou os trabalhos desta manhã.

Seguindo a programação da comissão técnica, o elenco trabalhará novamente na tarde desta quinta-feira para dar sequência aos ajustes de olho na sequência da Sul-Americana e na estreia do Campeonato Brasileiro. O Tricolor se prepara para encarar o Defensa y Justicia-ARG no dia 11 de maio, no Morumbi, pelo duelo de volta da primeira fase da Sul-Americana.

Pratto avalia pontos positivos e negativos da equipe pela reabilitação


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Um dos atletas mais experientes e decisivos do elenco, o atacante Lucas Pratto concedeu coletiva de imprensa nesta quinta-feira (27) e avaliou os pontos positivos e negativos do Tricolor nesta primeira etapa do ano. Após as participações na Copa do Brasil e no Campeonato Paulista, o camisa 14 quer aproveitar a intertemporada para fortalecer o Tricolor na sequência da Sul-Americana e na estreia do Campeonato Brasileiro.

“Sabemos porque perdemos e fomos eliminados. Pelos jogos que perdemos em casa, porque fomos bem como visitantes. Temos de melhorar detalhes, que estamos deixando passar, como bola parada, desatenções em contra-ataque e às vezes de posicionamento. Temos dez, 15 dias para trabalhar. Além disso, temos que manter o que estávamos fazendo bem, que era pressionar no ataque e recuperar a bola o mais longe possível. Temos que ter mais posse de bola, sem jogar devagar e ser mais agressivo como antes”, avaliou o centroavante, que acrescentou.

“É chato ter ficado fora das finais do Campeonato Paulista e também não poder lutar pelo título da Copa do Brasil. Mas depois, se temos tempo para treinar, com será agora para a disputa do Campeonato Brasileiro, é compreensível que isso seja possível agora. Mas, obviamente, ficamos tristes e um pouco decepcionados”, acrescentou Lucas Pratto.

De acordo com o goleador, a postura da equipe na vitória sobre o Cruzeiro (2 x 1) na última semana, no Mineirão, pelo torneio nacional, tem que ser mantida pela equipe na sequência da temporada. “Temos que fazer como em Belo Horizonte: tivemos um jogo ofensivo, como o treinador gosta, com posse de bola e um estilo de jogo mais vertical. Temos de fazer mais isso e treinar bem nesses 15 dias. Por mais que a gente não tenha jogado bem lá, controlamos o jogo. Temos de ser agressivos, e o treinador vai fazer isso nos próximos dias”, opinou o atacante, que emendou.

“Acho que dá para repetir aquele desempenho e corrigir algumas coisas para ter um time mais forte. Acho que aquele jogo foi um dos melhores do ano para o time e temos de ter como exemplo”, completou. Contratado no início da temporada, o camisa 14 vive grande fase no Tricolor: balançou as redes sete vezes, sendo seis de cabeça, em 12 jogos pelo clube.

“Foi a primeira vez que fiz tanto gol de cabeça. No Atlético-MG tive seis, sete em dois anos. Aqui fiz seis. São fases. Às vezes, quando você chuta não entra, e de cabeça entra. O mais importante é tentar finalizar bem as situações de gol que tenho. Cumprir minhas metas de gols. Se é de cabeça, de pé, todos valem. Quando gol de bicicleta começar a valer dois, três, aí vou tentar fazer (risos)”, finalizou.

Tricolores abrem trabalhos com bola na intertemporada

 

Após uma série de testes e avaliações na manhã desta quinta-feira (27), que complementaram os trabalhos realizados na reapresentação da última quarta (26), o elenco trabalhou pela primeira vez com bola na intertemporada 2017. Nesta tarde, no Centro de Treinamento da Barra Funda, o técnico Rogério Ceni comandou uma atividade técnica-tática que abriu a nova etapa no processo de preparação do Tricolor.

O time são-paulino se prepara para encarar o Defensa y Justicia-ARG no dia 11 de maio, no Morumbi, pelo duelo de volta da primeira fase da Sul-Americana, além de ter a estreia do Campeonato Brasileiro pela frente – no dia 14, em Belo Horizonte, o São Paulo enfrentará o Cruzeiro na rodada de abertura da competição nacional

Com as eliminações no Campeonato Paulista e na Copa do Brasil, a comissão técnica são-paulina armou uma programação de olho na sequência da temporada. Na reapresentação, o grupo passou por um verdadeiro ‘check-up’ antes de trabalhar com bola pela primeira vez com o treinador neste período de ajustes.

Os atletas fizeram análise de composição corporal, teste de impulsão vertical, 'Yo-Yo Test' - importante ferramenta que determina o nível da capacidade individual e exige bastante esforço físico dos jogadores - e teste isocinético - avaliação, utilizada para detectar equilíbrio muscular e nível de força.

Na manhã desta sexta-feira (28), novamente no Centro de Treinamento da Barra Funda, o elenco dará sequência aos trabalhos orientados por Rogério Ceni.

São-paulinos aprimoram o contragolpe


A intertemporada tricolor contou com novos ajustes na manhã desta sexta-feira, no CT da Barra Funda, sob o comando do técnico Rogério Ceni. O treinador comandou uma atividade que aprimorou o contragolpe da equipe e exigiu bastante efetividade dos jogadores no setor ofensivo.

Após o aquecimento, o comandante reuniu os jogadores e passou as instruções para o treino, que foi intenso e contou com boa participação dos atletas. No treino de contra-ataque, os jogadores começavam as jogadas na defesa e partiam em velocidade, no três contra dois, com a missão de envolver a defesa e buscar a finalização.

Assim que finalizavam as investidas ou eram desarmados, os homens de frente tinham que impedir a resposta dos adversários, que desciam em velocidade em um novo contragolpe. Depois, para complementar os trabalhos desta manhã, um técnico-tático encerrou as atividades desta sexta-feira.

O time são-paulino se prepara para encarar o Defensa y Justicia-ARG no dia 11 de maio, no Morumbi, pelo duelo de volta da primeira fase da Sul-Americana, além de ter a estreia do Campeonato Brasileiro pela frente – no dia 14, em Belo Horizonte, o São Paulo enfrentará o Cruzeiro na rodada de abertura da competição nacional.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Rogério Ceni faz balanço e avalia sequência do ano


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No placar agregado (3 x 1), após o empate com o Corinthians por 1 a 1 neste domingo (23), o Tricolor se despediu do Campeonato Paulista de 2017 na semifinal. Durante a coletiva de imprensa, o técnico Rogério Ceni avaliou o clássico, fez um balanço da equipe até aqui e projetou a sequência da temporada que contará com a estreia no Campeonato Brasileiro e a disputa da Sul-Americana.

“É de conhecimento público que o Corinthians se defende bem. Sofreu poucos gols no ano. Não marcou tantos, mas sofreu poucos. O gol que fizemos aqui saiu de uma jogada pelo meio. Você construir uma jogada trabalhando bola e chegar em uma boa opção de cruzamento também faz parte do jogo. Uma equipe que consegue chegar ao fundo para fazer o cruzamento e que joga com dois homens de área, com bons cabeceadores, acho que é um fato positivo e relevante”, avaliou o comandante.

No Majestoso deste final de semana, Jô, em posição irregular, anotou o gol do rival, enquanto Lucas Pratto balançou as redes para os visitantes. Em busca da classificação, o São Paulo lutou e acreditou até os instantes finais, mas não conseguiu balançar as redes novamente para diminuir a vantagem do adversário que venceu o confronto de ida por 2 a 0.

“É difícil fazer avaliação quando é eliminado. Nos últimos jogos, os números de posse, finalização... Por exemplo treze escanteios a favor e nenhum contra no clássico. É um número impressionante. Vencemos o Cruzeiro, que estava invicto. É uma evolução nesse sentido. Tomamos muitos gols de bola parada nesses quatro meses e meio. É um número bastante alto para uma equipe. Temos que trabalhar as bolas paradas para repensar o planejamento para o Brasileiro. Eu acho que nós ganhamos corpo e temos um time mais competitivo. Acho que fico feliz com os jogadores. Trabalharam bem, duro”, opinou o treinador, que acrescentou.

“Existe análise de performance e de resultado. Temos 60% a mais de gols feitos do que sofridos e agora temos algumas alternativas táticas. Chegar à semifinal do Paulistão é o mínimo que um grande clube pode fazer. Na Copa do Brasil, jogamos com um time grande e tivemos melhor performance nos dois jogos. Eu gosto muito do meu trabalho, gosto do trabalho que está sendo feito, da dedicação dos jogadores. Minha expectativa é fazer com que o time chegue à Libertadores em 2018”, disse.

Após a participação no estadual, o Tricolor terá tempo para trabalhar de olho no Brasileiro e na sequência da Sul-Americana. “Honestamente, nosso time vem sendo mais regular nas últimas partidas. Baixamos o número de gols marcados e sofridos. Para você defender mais, tem que abrir mão de algumas peças ofensivas. Quanto ao nosso time, quanto no nosso trabalho, é um time construído para agredir os adversários. Temos um sistema de jogo adaptado. Vejo evolução bastante grande com a oscilação que começou no inicio do campeonato. Aos números, tivemos um futebol melhor jogado no Paulista e na Copa do Brasil. Eu vejo como um time que evoluiu bastante e que tem potencial para evoluir”, finalizou.

Elenco cita exemplos e aprendizado após participação no Paulista


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Na tarde deste domingo (23), fora de casa, o Tricolor se despediu do Campeonato Paulista de 2017 na semifinal ao ficar no empate com o Corinthians por 1 a 1, no duelo de volta, e ficar na desvantagem no placar agregado (3 x 1). Assim que a bola parou de rolar neste final de semana, os são-paulinos avaliaram o clássico e valorizaram a valentia da equipe, que acreditou até o final e batalhou para tentar avançar até a grande decisão do estadual.

“É um sentimento ruim ser eliminado, mas perdemos a classificação com a derrota no primeiro jogo, em casa, por 2 a 0. Não pode sair perdendo de 2 a 0 em um clássico, porque fica difícil reverter. E a arbitragem tem que ter cuidado também, porque dois dos três gols deles na semifinal foram impedidos. Não estou colocando a culpa no árbitro, mas aconteceu e isso faz diferença em uma semifinal”, avaliou o volante Jucilei, que completou.

“Agora temos que levantar a cabeça e descansar, porque temos a sequência da Sul-Americana e a estreia no Campeonato Brasileiro. Todos estão de parabéns pela entrega e determinação, e agora vamos iniciar uma nova etapa”, acrescentou o camisa 25, que teve a opinião compartilhada pelo zagueiro Rodrigo Caio.

Assim como o meio-campista, o defensor avaliou o Majestoso e também lamentou a eliminação na Copa do Brasil. “A gente deu nosso melhor nas duas competições, tivemos domínio aqui e no Mineirão. Infelizmente perdemos as duas competições no Morumbi, com as duas derrotas nas partidas de ida. E isso tem que servir de aprendizado, porque se a gente deseja algo maior tem que ter atenção nisso. A gente fica triste pela forma que sofremos os gols, porque dois dos três marcados pelo Corinthians na semifinal estavam impedidos”, opinou o marcador, que emendou.

“Temos que seguir trabalhando, mas demos o nosso melhor. Tivemos chances claras nas duas disputas, principalmente contra o Cruzeiro, mas infelizmente não conseguimos avançar. A gente sabia das dificuldades que teríamos pela frente após as derrotas em casa, mas lutamos até o fim. Por isso, temos que levar este aprendizado para evitar que aconteça novamente no futuro”, finalizou Rodrigo Caio.

Tricolor empata o Majestoso e se despede do Paulista


Em duelo tenso e marcado por reclamações dos tricolores com a arbitragem, o São Paulo se despediu do Campeonato Paulista de 2017. Neste domingo (23), fora de casa, o time são-paulino ficou no empate com o Corinthians por 1 a 1 e foi eliminado na semifinal pelo placar agregado (3 x 1). Jô, em posição irregular, anotou o gol do rival, enquanto Lucas Pratto balançou as redes para os visitantes. Após a participação no estadual, o Tricolor terá pela frente o Campeonato Brasileiro e a sequência da Sul-Americana.

Para o Majestoso, o São Paulo teve os retornos do meio-campista Thiago Mendes e do atacante Chavez. Suspenso, o volante não atuou diante do Cruzeiro (2 x 1) na última quarta-feira (19) pela Copa do Brasil, enquanto o argentino estava novamente à disposição após se recuperar de um edema no músculo posterior esquerdo que o tirou das últimas três partidas.

Apesar das novidades, o time teve desfalques: Buffarini e Araruna (ambos com estiramento no músculo adutor da perna esquerda) e Wellington Nem (lesão no menisco do joelho esquerdo). Além deles, Sidão (lombalgia), Bruno (entorse no tornozelo esquerdo) e Lucas Fernandes (estiramento no posterior esquerdo) foram substituídos da lista inicial do Paulistão. Em fase final da recuperação, os três aprimoram a forma física.

Dessa forma, o técnico Rogério Ceni escalou a equipe com Renan Ribeiro; Wesley, Maicon, Rodrigo Caio e Junior Tavares; Jucilei, Thiago Mendes e Cícero; Cueva, Gilberto e Lucas Pratto. Já o adversário começou o clássico com Cássio; Fagner, Balbuena, Pablo e Arana; Gabriel e Maycon; Jadson, Rodriguinho e Romero; Jô.

Quando a bola rolou, como esperado, o Tricolor partiu para o campo de ataque e logo criou a primeira boa oportunidade. Aos três minutos, Pratto recebeu na direita e bateu cruzado. Os são-paulinos pediram escanteio após desvio de Cássio, mas a arbitragem assinalou tiro de meta. Após o bom início de jogo, o São Paulo teve dificuldades para criar as jogadas e assim o embate ficou mais truncado no meio de campo.

O Corinthians apostava nos contra-ataques e também assustava, mas os visitantes tinham uma postura mais ofensiva. Aos 31 minutos, Cueva passou pela marcação e chutou rasteiro: Cássio espalmou.  E quando o Tricolor buscava o gol para diminuir a vantagem adversária, a arbitragem prejudicou o time já nos acréscimos da primeira etapa: primeiro ao não marcar uma falta no zagueiro Maicon, que na sequência foi assinalada para o rival. Na cobrança, Jô, impedido, fez 1 a 0.

Na volta para o segundo tempo, o Tricolor tratou de retomar o jogo ofensivo e buscou as jogadas na frente. Então, para dar mais opções no ataque, Rogério mexeu no time aos 11 minutos e promoveu as entradas de Chavez e Luiz Araújo, que ocuparam os lugares de Gilberto e Junior Tavares. Mais tarde, aos 24, Thomaz entrou na vaga de Cueva e deu fôlego novo ao São Paulo, que foi valente e acreditou até o fim.

Aos 38 minutos, Thiago Mendes deu ótimo lançamento para Lucas Pratto, que ganhou na corrida e tocou na saída de Cássio para empatar o Majestoso: 1 a 1 e ânimo extra para lutar pela classificação. No entanto, quando tentava a virada no placar, o time são-paulino sofreu uma baixa: Thiago Mendes foi expulso e o Tricolor ficou com apenas dez jogadores em campo. Em desvantagem numérica, o São Paulo não conseguiu balançar as redes novamente e se despediu do estadual na semifinal.