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sábado, 8 de maio de 2010

Elenco ainda mais fortalecido em busca do tetra

Elenco são-paulino valoriza classificação nos pênaltis diante do Universitário-PER, no Morumbi

A torcida poderá encontrar um São Paulo ainda mais forte nas quartas-de-final da Copa Libertadores. Depois da classificação nos pênaltis diante do Universitário-PER, na última terça-feira, o elenco tricolor está ainda mais confiante no quarto título da competição.

O atacante Dagoberto, que foi um dos jogadores que converteu sua penalidade, classificou uma possível desclassificação como catástrofe. Segundo o camisa 25, o Tricolor criou muitas chances na partida, ao contrário dos peruanos, que pouco assustaram Rogério.

"Tenho mais que certeza disso, que estamos fortalecidos. Por tudo que aconteceu seria uma catástrofe. Eles não fizeram nada, mas o futebol é isso. Tem de estar preparado para tudo", explicou o são-paulino. Uma imagem ficou marcada no fim da partida. Quando o goleiro Rogério Ceni concedia entrevista ainda no gramado, o lateral-esquerdo Junior Cesar cumprimentou o companheiro e disse: "É a arrancada". Nesta quarta-feira, o camisa 6 manteve sua posição.

"É o momento que você desabafa. Por tudo que aconteceu no jogo. É um momento que o time ganha confiança, coragem. Espero que seja uma arrancada nossa na competição", completou Junior.

Em oito jogos na Libertadores, o São Paulo conquistou quatro vitórias, três empates e apenas uma derrotas. Além disso, o desempenho da defesa é incrível. Nestas partidas, a equipe sofreu apenas dois gols - na derrota para o Once Caldas por 2 a 1, na Colômbia.

Ceni pega dois pênaltis e classifica o Tricolor

Goleiro erra sua cobrança, mas vira herói na vitória sobre o Universitário nas penalidades

Ele é o ídolo da torcida. Mais. É um torcedor dentro de campo. Rogério Ceni por si só merece todos os elogios de qualquer são-paulino. Nesta terça-feira à noite, o camisa 1 escreveu mais um lindo capítulo em sua gloriosa história dentro do São Paulo, que já dura há quase 20 anos.Depois de empatar com o Universitário em 0 a 0, a decisão foi para os pênaltis. Rogério defendeu dois e Dagoberto marcou o gol da classificação tricolor, que venceu por 3 a 1. Emoção de todos no gramado. A torcida soube reconhecer e não parou de gritar o nome do goleiro.

A se destacar a vibração do time nas penalidades máximas. Derrubou qualquer boato sobre a insatisfação de alguns jogadores. Marcelinho é um exemplo claro disso. Entrou aos 47 minutos do segundo tempo somente para bater o pênalti. Marcou e foi comemorar com a torcida.O futebol não foi o esperado pela torcida, mas no fim o São Paulo sai ainda mais fortalecido, depois desta dura batalha. A torcida deixou o Morumbi em festa e os jogadores comemorando muito. Valeu, Rogério Ceni. Tricolor segue rumo ao quarto título do torneio.

PRIMEIRA ETAPA SEM INSPIRAÇÃO

Durante a semana, o volante Hernanes já havia avisado que estava faltando inspiração aos jogadores durantes as partidas. E, pelo menos nos primeiros 45 minutos, o São Paulo não demonstrou um bom futebol diante do Universitário, do Peru.Com Fernandinho aberto pela esquerda, Marlos pela direita e Dagoberto no centro, a equipe errou muitos passes no ataque e pouco ofereceu perigo ao goleiro Llontop. Em um dos lances isolados do primeiro tempo, Rodrigo Souto acertou o travessão dos peruanos.

O empate levava a decisão para os pênaltis. Insatisfeitos, os torcedores são-paulinos esboçaram uma vaia no intervalo. "A equipe deles está com dez atrás. Conseguimos criar pelos lados. Vamos tentando desta maneira", disse Hernanes, ainda no intervalo da partida.No retorno, o técnico Ricardo Gomes ousou como já tinha alertado durante a semana. Precisando da vitória, o comandante são-paulino tirou o meia Jorge Wagner e colocou em campo Washington, deixando a equipe com três atacantes.

OFENSIVIDADE SEM GOLS


Com três atacantes - Dagoberto, Fernandinho e Washington -, o Tricolor Paulista foi com tudo para cima do Universitário. Washington, Dagoberto, Cicinho, Fernandinho... não teve um jogador que não tentou furar o bloqueio peruano, mas ninguém conseguiu.

No duelo das melhores defesas da Libertadores, não tinha ofensividade que fizesse com que uma das equipes sofresse um gol. Em uma bela jogada do ataque são-paulino, Hernanes lançou Dagoberto que cruzou na área para Marlos. O camisa 16, entretanto, acertou o travessão.

O São Paulo se arriscava ao ataque e fica exposto na defesa. Mas o time peruano, limitado tecnicamente, não ofereceu perigo algum ao goleiro Rogério Ceni, mesmo com os espaços deixados pelos jogadores são-paulinos.No fim da partida, pensando na disputa de pênaltis, Ricardo Gomes colocou Marcelinho no lugar de Fernandinho, que não esteve em uma noite feliz. O camisa 11 por pouco na marcou o gol da classificação. No último lance do jogo, ele soltou a bomba de fora da área e a bola passou muito perto.

ROGÉRIO ERRA, MAS É O HERÓI

Nas cobranças de pênaltis, Rogério abriu para o São Paulo e errou. Ele poderia ter virado o vilão, mas estamos falando de Rogério Ceni. O goleiro são-paulino defendeu duas cobranças e garantiu o Tricolor nas quartas-de-final da Libertadores. Dagoberto marcou o pênalti da classificação.

À ESPERA DO RIVAL

Com a classificação garantida para as quartas-de-final da Libertadores, o Tricolor Paulista agora espera a definição do seu adversário. Nesta quarta-feira, Cruzeiro e Nacional se enfrentarão no Uruguai. Na primeira partida, vitória mineira por 3 a 1.


Confira as cobranças de pênaltis:

São Paulo

Universitário

Rogério - errou

Ramírez - marcou

Hernanes - marcou

Alva - errou

Marcelinho - marcou

Galván - errou

Dagoberto - marcou

Labarthe - errou

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Após expulsão, Richarlyson terá conversa com Ricardo

"Não havia a necessidade da expulsão", disse o treinador são-paulino

No segundo tempo da partida contra o Universitário, nesta quarta-feira no Peru, o volante Richarlyson acabou sendo expulso. Expulsão que acarretará um conversa do jogador com o técnico Ricardo Gomes, que promete ter um papo com são-paulino.

O comandante tricolor elogia a vontade e raça que o camisa 20 demonstra dentro de campo. No entanto, ao mesmo tempo, Ricardo acredita que Richarlyson precisa controlar essa agressividade, para que não seja novamente expulso.

"Ele tem muita agressividade, que é importante, mas isso tem de ser controlado. Ser usado do lado bom. Ele fez um ótimo primeiro tempo, dando suporte aos zagueiros. Não havia necessidade da expulsão. Vou conversar com ele", disse Ricardo.

No lance, o árbitro deu cartão amarelo para o Richarlyson e também para Espinoza. Porém, o são-paulino recebeu o segundo e teve de sair de campo. Ele já é desfalque para o jogo da volta na próxima terça-feira à noite, no Morumbi.

Muralha tricolor próxima de recorde na Libertadores

Defesa iguala desempenho de 1974 e atinge a marca de cinco partidas sem tomar gols

Não é segredo e nem surpresa para ninguém a boa fase da defesa são-paulina na Copa Libertadores. Mas nunca é demais exaltar este desempenho tão favorável. Na próxima terça-feira diante do Universitário, no Morumbi, o São Paulo poderá bater um recorde no torneio.

Há cinco jogos sem sofrer gols, o Tricolor Paulista igualou sua melhor marca quando o assunto é a defesa. Em 1974, a zaga formada por Paranhos e Arlindo também ficou cinco jogos ser vazada. Foi o melhor performance até então do time paulista. Veja mais no quadro abaixo.

Na atual edição da Libertadores, o São Paulo sofreu gols em apenas uma partida das sete disputadas. Foi na derrota para o Once Caldas por 2 a 1, na Colômbia. Desde então, já são cinco jogos e nada de ver o adversário comemorar um gol sequer.

Um dos causadores desta boa fase é o zagueiro Alex Silva. O camisa 3 estreou na competição diante do Nacional, no Paraguai, e ostenta o mesmo período sem ser vazado. Apesar disso, ele divide os méritos até mesmo com os atacantes do elenco.

"O ataque ajudou muito hoje (quarta-feira) e tem mérito no resultado contra o Universitário. O Washington brigou muito no meio. O Dagoberto voltou na lateral para ajudar o meio-de-campo. Se a defesa não foi vazada, eles ajudaram muito", concluiu Pirulito, como é chamado no clube.

Na próxima terça, se não sofrer gols, a defesa poderá ser fundamental na classificação para as quartas-de-final. O único desfalque no setor será o volante Richarlyson, que estava atuando na lateral esquerda. O camisa 20 foi expulso em Lima e cumprirá suspensão automática.

Veja o desempenho da defesa na Libertadores de 1974:

Placar

Adversário

Local

5 x 0

Jorge Willsterman (BOL)

Morumbi

0 x 0

Millonários (COL)

El Campin

1 x 0

Defensor (PER)

Nacional

4 x 0

Millonários (COL)

Morumbi

4 x 0

Defensor (PER)

Morumbi

Atual sequência defensiva na Libertadores de 2010:

Placar

Adversário

Local

2 x 0

Nacional-PAR

Defensores

3 x 0

Nacional-PAR

Morumbi

0 x 0

Monterrey-MEX

Tecnológico

1 x 0

Once Caldas-COL

Morumbi

0 x 0

Universitário-PER

Monumental

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Bastidores de Universitário-PER 0 x 0 São Paulo

Próxima partida entre as equipes será na terça-feira à noite, no Morumbi. Uma vitória classifica o Triccolor.

O São Paulo empatou sem gols com o Universitário, em Lima, na última quarta-feira, pela primeira partida das oitavas-de-final da Libertadores. Com isso, a decisão ficou para o Morumbi, na próxima terça-feira à noite. Quem vencer fica com a vaga. Expulso no Peru, Richarlyson é desfalque certo do técnico Ricardo Gomes. Confira os bastidores desta partida.



Delegação são-paulina chega ao estádio peruano para a partida contra o Universitário


Já no vestiário, jogadores mostraram concentração para o jogo pela Copa Libertadores


Na beira do gramado, jogadores observam a torcida presente no estádio


Diretoria são-paulina observa cada canto do estádio peruano, na última quarta-feira


Washington (à direita) retornou ao time titular diante do Universitário mas passou em branco


Rogério Ceni alonga com a ajuda de Haroldo Lamounier, preparador de goleiros


Ricardo Gomes e Milton Cruz acertam os últimos detalhes para o jogo em Lima


Carlinhos Neves comanda o aquecimento dos jogadores já no gramado do Monumental


Grupo reunido antes de entrar em campo. Concentração máxima na Copa Libertadores


Carlos Caboclo, diretor de relações internacionais, recebe uma placa de homenagem dada pelo Universitário ao São Paulo


Mesmo com uma proteção no ombro direito, Cicinho parou para atender os fãs. Marcelinho foi o "fotógrafo"


No aeroporto de Cumbica, Rogério Ceni brincou com um fã-mirim, que estava lá para ver os seus ídolos


Expulso em Lima, volante Richarlyson foi o mais procurado no desembarque desta quinta-feira


quarta-feira, 14 de abril de 2010

Ricardo muda e equipe poderá ter até quatro mudanças

Fernandinho, Cleber Santana, Cicinho e Richarlyson são testados no time titular


O técnico Ricardo Gomes p
oderá fazer mudanças na equipe diante do Santos, no próximo domingo, na Vila Belmiro. No treino desta quarta-feira de manhã, no CT da Barra Funda, o treinador fez alguns testes no time titular.

Fernandinho, Cleber Santana, Cicinho e Richarlyson foram testados entre os onze. Este último retorna após lesão e deverá ser novidade em Santos. Com as alterações, Jean, Washington e Junior Cesar treinaram na outra equipe. Além de Marlos, que está suspenso.

O comandante são-paulino fará outros treinamentos e os testes seguirão. Até o dia do jogo, o elenco são-paulino ainda treinará nesta quarta-feira à tarde, quinta, sexta e sábado de manhã.

Como perdeu o primeiro jogo por 3 a 2, o Tricolor Paulista terá de vencer o Santos por dois gols de diferença para ficar com uma das vagas para a grande final do Campeonato Paulista.




Hernanes elogia reação no segundo tempo

Camisa 10 fez um gol e foi um dos principais jogadores do São Paulo contra o Santos

A reação do São Paulo na segunda etapa passou pelos pés do volante Hernanes. Além de marcar o primeiro gol são-paulino, o camisa 10 foi um dos principais jogadores da equipe no clássico. Segundo ele, a vibração mostrada na etapa final prova que nada está decidido ainda.

"Os 45 minutos finais provaram que a gente tem uma força incrível. Uma força interior, de acreditar, lutar... E temos de acreditar nisso. Isso vai fazer com que a gente possa superar estas adversidades", explicou o jogador.

A derrota para o Santos por 3 a 2, neste domingo à tarde, no Morumbi, obrigou o Tricolor Paulista a vencer o rival no próximo domingo, na Vila Belmiro, por dois gols de diferença. Já o time da Baixada joga apenas por um empate.

O técnico Ricardo Gomes também elogiou o camisa 10. Além dele, o treinador são-paulino enalteceu Cicinho, Jorge Wagner e Dagoberto, que para ele, também foram fundamentais para o São Paulo reagir.

"O Cicinho entrou muito bem e isso aumentou o futebol do Hernanes e Dagoberto. Jorge Wagner também foi bem. Conseguimos organizar o time e diminuir esta vantagem do Santos. Atacamos bem no segundo tempo", concluiu Ricardo.